Toca em temas mui concretos da vida cotidiana, de aspectos que envolvem a vida de todos (católicos ou não), sob a perspectiva da santidade da Igreja. É uma verdadeira aula de catolicismo e de sentido para a vida. Bem enérgico, agradabilíssimo de ouvir.
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Somos católicos evangélicos pentecostais. Não posso abrir não do Espírito Santo vivificando minha carne indolente, portanto sou pentecostal. Não posso abrir não da boa nova do Evangelho iluminando o meu caminho, portanto sou evangélico. A minha Igreja existe a mesma há dois mil anos, universalmente válida, com um corpo místico cuja cabeça é Cristo, portanto sou católico.
Na parábola do filho pródigo, o pai era riquíssimo, tinha funcionários e sua terra não tinha fim. Por que não mandou alguém buscar seu filho? Porque o filho tem que pensar por sua própria cabeça e muitas vezes o pai (ou o padre) deve se capaz de dizer ao filho que se esta é a vida que quer viver, então não deve permanecer nesta casa (a Igreja).
Somente uma vida santa leva ao convívio com Deus. Hoje parece difícil distinguir os fiéis que frequentam a Igreja dos que vivem sem religião. Onde está a unidade do que a fé professa com a própria vida? Fé não é meramente crer, pois os demônios também crêem em Deus, mas não fazem sua vontade.
Os sacramentos são sérios, principalmente a eucaristia. O amigo luterano do Mons. questionou-o sobre como ele via a eucaristia e após ouvir a resposta disse "se eu acreditasse no que vocês dizem acreditar, eu viria desde a entrada da Igreja de joelhos pra receber a comunhão". Que responder a ele? Onde estão os católicos com tal reverência?
Onde o homem põe seu coração, ali está o seu tesouro. Muitos se arrumam, passam perfume, se maqueiam, põem as melhores roupas e calçados, se a ocasião é um jantar chique. Mas vão com tédio, preguiça, atrasados (se não faltam), maltrapilhos e desarrumados para o digníssimo jantar, a Santa Ceia, a eucaristia.
Bento XVI diz que a Igreja é o rosto de Cristo e ele está desfigurado, com partes faltando. A culpa das maldades e feiúras deste mundo não é dos outros, mas é nossa. Nós integramos a Igreja e por isso nos devemos fazer belos e embelezar nos nosso entorno.
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Vídeo sobre o sacramento da reconciliação com Deus e também com a comunidade. Não há pecado privado e íntimo, mas ao fazermos parte do corpo da Igreja, se eu fosse um dedinho inflamado, todo o corpo fica com febre.
Bento XVI faz referência ao ano da Fé, 1967, sob Paulo VI, para que a Igreja reanime, confesse e Tomé consciência de sua fé, para que ela aguente provações. Hoje a fé das pessoas não é ardente e isto se reflete no mundo. Se cremos em Cristo, seria bom que se notasse.
O império romano, muito mais opulento do que o americano de hoje, tinha um povo religioso (mesmo que politeísta), durou oito séculos, da Rússia à África, com tudo o de melhor do mundo, ruiu a partir da suamoral e foi conquistado em 48 horas. Os dez mandamentos trazem uma promessa a Israel (Jacó e seus 12 filhos): ao seguí- los será sentido e será maldito se se afastar. Toda a civilização ocidental está alicerçada na Bíblia, mas se recusa isso e gera-se a maldição.
"Ah mas o seu cristianismo é duro e prefiro seguir um à minha maneira" diz-se por aí. Tenham respeito! Cristianismo só há um, o de Cristo, regado com seu sangue. Por está radicalidade serão encontrados seus fiéis. A oferenda que satisfaz a Deus não é de coisas, mas é a entrega de si. Não somos donos dos nossos corpos, por isso temos que ofertá-los a Deus. O homem de todas as mulheres é Jesus, a eucaristia. A mulher é recatada, seus órgãos sexuais são internos (íntimos), o fato dela se entregar ao primeiro desqualificado (sem se casar, sem Cristo no centro) só é prova de baixa auto-estima.
O cristão é o especialista sobre Cristo tal qual o cardiologista o é sobre coração. Um médico arranca o tumor e uma faixa a mais para que não se propague. O mesmo faz o cristão (inclusive o Papa) ao confessar-se, para remover o tumor espiritual. Limpamos com frequência a nossa casa, pois se acumula pó com o tempo. É mais difícil limpar a alma, pois deve-se investigar as causas, os vícios, as imoralidades. Não devemos brincar com o perigo (as tentações), pois estamos numa batalha espiritual com o demônio.
Se uma mulher tem um namorado, é preciso que ela saiba se se relaciona com ele ou com o diabo nele, como quando ele diz "se você me ama, deite-se comigo". Isto é um desrespeito com a moça. Há poucas pessoas más, mas muitas confundidas e solitárias. Está solidão, fruto da guerra do diabo pela divisão, se vence pela vida acompanhada, em comunidade, em cooperação, com a Igreja, com os sacramentos, com a Bíblia.
Vídeo 3 de 3
Os sinais dos tempos. De que as pessoas têm necessidade? A missa é para a sanidade, mas não do corpo, e sim da alma, afinal devemos ir morrendo (desapegando) do corpo, que é o nosso destino inexorável. Muitas vezes uma doença do corpo pode ser uma oferta a Deus.
Para a saúde da alma, a confissão. Não basta lembrar de não matar e não cometer impurezas, pois são pecados: a mentira, a maledicência, a difamação, a insensibilidade à dor alheia.
A enfermidade da alma se converte em mal aos que estão ao redor. E a maior enfermidade é a distância de Deus. O Cristão deve seguir a Deus acima de todas as coisas e sua fé não pode se apoiar na simpatia por um padre ou pelo exemplo de um Bispo. Os homens são limitados.
As pessoas devem buscar a paz consigo mesmas, para que estejam contentes com suas virtudes e limitações. Devem buscar a paz com Deus. E devem buscar a paz com seus irmãos, a comunidade. Agindo como uma mesma pessoa na Igreja e mas suas ações no mundo, em comunidade.
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