Duplipensar é a capacidade de assimilar duas crenças contraditórias simultaneamente e aceitar ambas.
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segunda-feira, 15 de setembro de 2014
O mais importante primeiro - O Foro de São Paulo
O primeiro "algo de alguma coisa" deve sempre ser o "mais importante", a "premissa maior", o que "há de mais relevante". Por essa razão, a primeira colaboração neste blog não poderia ser por nenhum outro tema que não o que primeiro vem à cabeça pela importância que acredita-se que ele possui: "O FORO DE SÃO PAULO".
Instituição marginalizada da grande mídia e jamais mencionada pela mídia esquerdista independente e dependente, o "Foro de São Paulo" é desconhecido de todo povo e de toda gente, mas exerce influência direta e determinante sobre os rumos da vida de todos os países latino-americanos, dentre eles, nós, o Brasil.
Para início de conversa, é necessário situar historicamente o "Foro de São Paulo", o que muitas pessoas que sobre ele escrevem, às vezes não se preocupam muito, sendo essa uma das razões pelas quais a imensa maioria da população brasileira o desconhece: o "Foro de São Paulo" foi fundado em 1990 por Luiz Inácio Lula da Silva e Fidel Alejandro Castro Ruz (Fidel Castro, presidente/dono/latifundiário de Cuba).
Sempre recorrendo ao Wikipedia: "Foro de São Paulo (FSP) é uma organização criada em 1990 a partir de um seminário internacional promovido pelo Partido dos Trabalhadores do Brasil, juntamente com o cubano Fidel Castro, que convidaram outros partidos e organizações de esquerda da América Latina e do Caribe para discutir alternativas às políticas neoliberais dominantes na América Latina durante a década de 90 e promover a integração econômica, política e cultural da região" (http://pt.wikipedia.org/wiki/Foro_de_S%C3%A3o_Paulo).
Diz-se por aí que o "Foro de São Paulo", portanto, seria tão somente um "fórum de debates", sede em que políticos de ideologia de esquerda (socialistas) discutiriam sobre os ideias socialistas no mundo moderno, algo como um blog de três jovens descompromissados que utilizariam a instituição apenas para "jogar conversa fora".
Contudo, são dezenas de partidos políticos que compõem o tal Foro de São Paulo e parece claro que partidos políticos não perderíam tempo com excesso de besteira e pouco lucro financeiro e intelectual. Fazem parte do Foro de São Paulo atualmente: 12 partidos políticos da Argentina; 3 da Bolívia, 7 do Brasil, 1 de Cuba (também pudera, lá vige um sistema de partido único...), 5 da Venezuela, entre outros muitos de outros numerosos países da América Latina.
A ideia deste primeiro texto, portanto, é mostrar a quem quiser ler que o "Foro de São Paulo" existe, que ele tem relevância global e regional por conta dos numerosos e relevantes membros políticos que o dão substância e, a partir disso, no futuro, tirar algumas conclusões (não muito boas).
Há muitos temas sobre que falar, mas este, sem dúvida, é um dos que mais necessitam de um "despertar" dos brasileiros e, seguindo a lógica do "primeiro", necessário que ele seja o centro das atenções até que não se possa mais ignorá-lo. Há também a possibilidade concreta e maior de ninguém ler... fazer o quê?
Para prosseguir com essa tentativa de esclarecimento, não é possível ignorar o seguinte fato: "duplipensar(ndo)" não é apenas o nome do blog, retirado do livro 1984 de George Orwell, em que ele assim adjetiva e conceitua toda a forma de DESINFORMAÇÃO promovida pelo Partido do Estado como meio de promoção de uma engenharia social e diminuição da capacidade cognitiva da sociedade dominada pelo Estado Totalitário protagonista da estória. "Duplipensar" é um conceito literário criado por Orwell, mas que pode ser traduzido para as nossas experiências vividas no dia a dia no Brasil como "desinformação". É o ato de mascarar uma verdade, uma realidade, um fato, e muitas vezes distorcê-la, negá-la e atalhá-la, na tentativa de produzir uma nova e substitutiva verdade que seja melhor a quem conduz o processo de desinformação. Desinformar é tornar a informação real digna de repulsa, seja pela fonte que a professa, seja pela natureza conceitual da mesma, substituindo-a por uma resposta mais agradável ao interlocutor e que se adeque ao "politicamente correto" dessa sociedade.
Portanto, para descrever o "Foro de São Paulo" é sempre necessário ter em mente que há uma desinformação que paira sobre a instituição, mas que é muito fácil de ser desmascarada: basta, cada um que se interessar, raciocinar com coerência sobre os fatos inequívocos, provados, verdadeiros, e à luz da razão, descobrir o que é inverdade e o que é verdade.
Pois bem. O "Foro de São Paulo" foi criado por Lula e Fidel Castro, um ex-sindicalista com anseios de poder dos mais avassaladores e um ex-guerrilheiro que excursionou de país em país e até na África, junto com seu companheiro Che Guevara e seu irmão Raul Castro, para tomar algum pequeno país à força para loteá-lo e chamá-lo de "seu" (o pior é que deu certo e ainda chamaram de revolução), matando quem se opusesse a isso e julgando em tribunais revolucionários quem fizesse algo que eles não gostassem. Vale lembrar que Che foi traído pelos Castro quando o poder estava em suas mãos.
Sobre as personalidades, é certo que Lula é hoje um dos homens mais poderosos e afortunados do Brasil, que já conseguiu, pelo poder de sua influência, se afastar artificialmente de escândalos de corrupção e de crimes contra a vida como o Mensalão e o assassinato do Prefeito Celso Daniel de Santo André/SP, que possui um claro projeto de perpetuar seu partido no poder e que, assim como Fidel Castro, nunca trabalhou de verdade. Perdeu (intencionalmente, diz-se), um dedo não dos mais relevantes (o mindinho), em uma prensa fabril e obteve, assim, aposentadoria por invalidez que lhe permitiu, aliado aos proventos advindos do Partido dos Trabalhadores, do qual é um dos fundadores, jamais ter um trabalho de verdade na vida (além do que precisava para fazer seu dedo sair da sua mão).
Fidel, como já brevemente narrado, jamais trabalhou e preferiu arriscar a vida para ter poder a se submeter à vida de um reles mortal e tentar enriquecer trabalhando: preferiu roubar um país inteiro para si. Cuba, na época em que dominada por Fulgêncio Batista (que não era gente muito boa também), era o 4º maior PIB da América Latina. Após o golpe comunista de Fidel, que somente anunciou que comunista era após 2 anos da tal "revolução", Cuba despencou para o penúltimo lugar atual, ficando na frente apenas do Haiti, um país que não tem uma laje sequer, se bobear.
Conforme narra Juan Reinaldo Sanchez, guarda-costas pessoal de Fidel por 17 anos, na sua obra recém chegada ao Brasil: "A Vida Secreta de Fidel", Fidel possui 19 mansões nas mais paradisíacas praias de Cuba, é proprietário de um iate denominado "Aquarama II" (o primeiro, confiscado de um antigo milionário cubano, estragou...), e gostava, quando tinha saúde, de praticar pesca submarina, algo que é da maior relevância ao povo cubano, que desde o golpe de Castro em 1959 existe nivelada por baixo, numa comunização da miséria, em completa alienação cultural e subsistência física, enquanto Fidel apronta altas aventuras em seu iate nas praias privadas da ilha paradisíaca e enche o rabo de rum da melhor qualidade.
E ainda tem gente que diz que o Socialismo não deu certo... pergunte ao Fidel se não deu!
Bem, dois seres humanos com essas características e históricos são os fundadores do "Foro de São Paulo". Debates sobre a pureza da alma é algo que não se pode, pela coerência e lógica que devem reger os raciocínios humanos, crer que sejam os temas centrais da instituição.
O "Foro de São Paulo" existe com um propósito muito bem definido e inequívoco: instalar governos socialistas e instrumentos de poder socialistas em todos os países da América Latina, recuperando o que a ideologia marxista perdeu no Leste Europeu com a queda da União Soviética em 1991 (2 anos após a queda do muro de Berlin, em 1989).
A pretensão do "Foro de São Paulo" pode ser desvendada pela leitura das atas de suas reuniões que são públicas e estão no site da instituição. "Nossa, mas se fosse um problema não seria público": se as pessoas levassem a sério um punhado de coisas importantes, eles talvez se preocupassem em esconder, criar um login no site para acesso restrito, algo como "ditador123marx", mas o fato é: ninguém se interessa e as pessoas que noticiam o "Foro de São Paulo" são desacreditados na mídia a partir de ataques de "intelectuais de esquerda". Como eu não sou bosta nenhuma, não tenho no que ser desacreditado.
Muitos já denunciaram o "Foro de São Paulo" e todos são, hoje, desacreditados pela maioria do público, que mal leu um texto que fosse dessas pessoas, que simplesmente ignora as verdades em que se baseiam, porque um certo número de intelectuais incutiu em suas cabeças que esse ou aquele autor/veículo não merecem ser lidos.
Para não estragar o texto, não citemos nenhuma dessas fontes e somente a fonte que deve ser considerada: "Foro de São Paulo". No Wikipedia (endereço lá em cima), há links das atas, em uma compilação feita por interessados que conta com praticamente todas as atas já redigidas: http://www.midiasemmascara.org/attachments/007_atas_foro_sao_paulo.pdf. As atas são verídicas e o cruzamento das informações podem ser feitos no site http://forodesaopaulo.org.
Nesse momento, a maioria das pessoas que escrevem sobre "Foro de São Paulo" comete o mesmo erro: param por aí. Ao final de esmiuçar toda a verdade sobre a instituição,disponibilizam o endereço das atas para que as pessoas chequem por si mesmas e aí é que vem o problema: ninguém checa e falta aquele senso de verossimilhança que dá o crédito e produz o verdadeiro raciocínio sobre a questão. Por isso, nos próximos "posts", irei selecionar algumas das atas com trechos mais emblemáticos e transcrevê-los aqui, juntamente com o que de contexto histórico for exigível para se entender a gravidade das afirmações contidas nos documentos.
A partir do tema "Foro de São Paulo", da demonstração da existência e da intenção real da instituição, é possível, a qualquer pessoa coerente, entender que o mito da "nova esquerda", que a "privatização dos pensamentos e da política de Lula, Dilma e do PT", o tal "Lulinha Paz e Amor" de 2002, não passam de adequações OBRIGATÓRIAS para a legitimação popular de suas eleições ao poder e que o que realmente é relevante na política socialista desenvolvidas por eles no Brasil e por outros integrantes do "Foro de São Paulo" na América Latina é o que é feito e não o que é falado, é o que é negado e não o que é assumido, é o que ninguém gostaria de acreditar, mas é a mais pura coerência e a aceitação dos fatos reais.
Esperando que a existência do "Foro de São Paulo" não seja mais objeto de dúvida e que seja clara a plausibilidade de que algo de não muito bom venha da instituição, tendo como critérios a análise de seus fundadores, digo "tchau"!
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