quarta-feira, 10 de fevereiro de 2016

Série MILITARISMO - 5 - Revolução de 1964

Na formação da identidade nacional, mosaico contínuo sedimentado pelo tempo, a integridade da consciência depende do compromisso com a verdade histórica.



Com o advento das diversas filosofias niilistas, relativistas, subjetivistas ou céticas, a consciência das pessoas começou a se esfacelar. De forma que hoje a mentira é método.

O marxismo (ou socialismo ou comunismo) foram por um lado teses e por outro experimento social. Na teoria e na prática foram refutados. Mas a negação da realidade, princípio metafísico do ódio, quer se impor cada vez mais com maior violência, de forma que o erro não foi reconhecido como tal.

Assim como todo movimento, continuidade no compromisso de pessoas em determinada janela de tempo e espaço, há no comunismo uma amizade, uma filiação e uma herança filosófica e de feitos sociais (na tentativa de moldar a sociedade).

O fato é que se disse que o comunismo morreu. Mas poucos da esquerda fizeram o mea culpa (vi o Fernando Gabeira, o Eduardo Jorge, mas não vi Dilma Roussef).



O Brasil tem na cena política que não exorcizou de si o ódio e a vontade de extermínio de certas classes de pessoas. Pelo contrário, sentem-se orgulhosos desta luta, de cuja evolução não se sabe hoje em dia.

Mentiras após mentiras, é preciso criar a imagem de uma classe completamente golpista, que seria os militares. Ao mesmo tempo que existe a classe messiânica, a esquerda.

Se João Goulart corrompia as instituições vigentes, as FFAA só cumpriram seu papel de garantia da lei e da ordem, ou seja, garantia do equilíbrio entre cada um dos 3 poderes, como disse o 1º vídeo abaixo. Pois não nos esqueçamos de que a esquerda queria somente a  somente e que após o primeiro golpe (1889), o Brasil só conheceu golpes (2º vídeo).


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